Mulher: A Glória e a Graça do Homem em Cristo na Unidade Corpus, Anima, Spiritus
Por Carlos Eduardo Maculan
"Homem, conhece a ti mesmo em Deus pelo seu nascimento da mulher" (Carlos Eduardo Maculan)
Especialmente para aquela que absolutamente amo em Cristo e na Igreja, esta que é Mãe e Mestra e o lugar por excelência da mulher. Santa Igreja de Cristo, fiel esposa do Senhor, zeladora da dignidade, da honra, da semelhança divina que marca a mulher para com o seu Criador.
“Não ouvimos a voz doce, a voz suave, a voz feminina, a voz da Mãe: contudo, Ela fala por toda parte e em tudo”. (Dom Thomas Merton, OCSO)
I – A Mulher dá a Vida à Humanidade – A Aptidão aos Céus Nasce de um Ventre
O verdadeiro humanismo se constrói com o Verbo de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo. Um humanismo que tem o homem como centro não é humanismo cristão, mas a prova egóica e cabal do pensamento sem a luz da fé, que ignora Deus e simplesmente torna-se um caminho de perdição concreta, um humanismo pagão rompedor da graça divina que coloca autoridade da existência em seres humanos carentes de méritos. Cristo é o homem perfeito, com infinitos méritos por ser Ele mesmo Deus, que de tão poderoso submete-se livremente ao seio da mulher para dela nascer e trazer aos homens a vida da graça que nos permite a entrada no Reino dos Céus. Uma perfeita personalidade é humanada, com a divindade e a humanidade habitando em um só corpo; uma só pessoa divina Jesus Cristo em corpo e alma no seio da mulher. Para que Cristo pudesse se unir pelos lados com Sua Esposa, aprouve a Ele escolher o nascimento conforme a humanidade, e desposar a Igreja para que um único caminho de salvação fosse inaugurado. O sentido da união traz a salvação dada aos homens pelo matrimônio eterno.
“Não ouvimos a voz doce, a voz suave, a voz feminina, a voz da Mãe: contudo, Ela fala por toda parte e em tudo”. (Dom Thomas Merton, OCSO)
I – A Mulher dá a Vida à Humanidade – A Aptidão aos Céus Nasce de um Ventre
O verdadeiro humanismo se constrói com o Verbo de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo. Um humanismo que tem o homem como centro não é humanismo cristão, mas a prova egóica e cabal do pensamento sem a luz da fé, que ignora Deus e simplesmente torna-se um caminho de perdição concreta, um humanismo pagão rompedor da graça divina que coloca autoridade da existência em seres humanos carentes de méritos. Cristo é o homem perfeito, com infinitos méritos por ser Ele mesmo Deus, que de tão poderoso submete-se livremente ao seio da mulher para dela nascer e trazer aos homens a vida da graça que nos permite a entrada no Reino dos Céus. Uma perfeita personalidade é humanada, com a divindade e a humanidade habitando em um só corpo; uma só pessoa divina Jesus Cristo em corpo e alma no seio da mulher. Para que Cristo pudesse se unir pelos lados com Sua Esposa, aprouve a Ele escolher o nascimento conforme a humanidade, e desposar a Igreja para que um único caminho de salvação fosse inaugurado. O sentido da união traz a salvação dada aos homens pelo matrimônio eterno.
"Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou a Si mesmo por ela, a fim de santificá-la, purificando-a com o lavacro de água juntamente com a palavra, para apresentar a Si próprio essa Igreja resplandecente de glória, sem mancha, nem ruga, nem coisa alguma semelhante, para que seja santa e irrepreensível. Desse modo devem também os maridos amar as mulheres, como o seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. Ninguém jamais odiou sua própria carne, antes, cada qual a nutre e dela toma cuidados, como Cristo faz também com a Igreja, pois nós somos membros do seu corpo. Por isso, o homem deixará pai e mãe, unir-se-á à sua mulher e passarão os dois a formar uma só carne. Grande mistério é este: mas digo-o referindo-me a Cristo e à Igreja” (Ef 5, 25-32).
A chave para a história do homem é entendida pela plenitude dos tempos que é realizado na mulher e pela mulher, quando Deus opera Sua auto-revelação sobrenatural em uma pessoa que gera em seu seio o Cristo prometido e esperado desde o Gênesis. A história é constituída como história da salvação pela dignidade feminina, esta que unindo sua existência à Maria Santíssima acaba por representar toda a humanidade, porque foi da mulher a primeira união com Deus com tal honra que a torna apta a ser Mãe de Jesus Cristo. O Verbo Divino opera uma verdadeira comunhão reparadora da mulher e projeta para o infinito a dignidade da mesma que O recebe em humanidade e divindade. O homem comum tem uma dívida espiritual com aquela que gera a vida, pois sem ela o homem torna-se um desejo inacabado na ordem natural; dela nasce após a geração no ventre, a ela se une em fidelidade eterna para que a vida siga seu caminho.
A profundeza espiritual que liga o homem à mulher se dá prioritariamente no sentido de que a glória do próprio homem somente ocorrerá na eternidade em Deus, por ter esse mesmo homem nascido de um ventre reparado por Cristo quando se faz carne no ventre de Maria Santíssima. Sem a mulher o homem não é o que se dispõe a ser, o homem não se faz, ele não se concretiza, torna-se apenas uma idéia inacabada, um projeto que não se realizou. Quis Deus usar do ventre para que o homem nasça, quis então Deus que do ventre Cristo nascesse após sua geração terrena; veio ao mundo pelo seio de Maria para que o homem possa desejar existir em Cristo e necessariamente reconhecer que nasceu do mesmo nascimento humano de Nosso Senhor. Recuperamos nosso existir na Santíssima Trindade, onde o Pai deseja, o Filho executa e o Espírito Santo fecunda, somente quando em graça nascemos da mulher; a potência do homem é gerada com ele próprio no seio uterino, a alma é infundida no ventre materno, é ele o receptáculo da vida, a primeira morada, o preceder do conhecimento, onde nos criamos e nos tornamos aptos a prestar labores, exercer nossa dignidade, entrar na história, participar da vontade de Deus, pois da mulher dependemos e nela somos preparados para a vida da graça.
A mulher participa da criação divina, nela o homem é modelado por Deus. A união de dois gera a vida, o homem e a mulher assim manifestam em sua união um prelúdio da união indissolúvel em divindade da Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo. Na mulher que o homem pode desejar se estender para os sentidos infinitos na eternidade da morada celestial, pois sem vida não há morte, sem morte não existe retorno ao seio paternal de Deus; é, portanto o homem tornado substância na mulher por Deus que é a primeira causa de todas as causas, onde sua consciência é construída e com a qual, sendo retamente conduzida, jamais prestará oposição à bondade divina; uma consciência que pode ser dotada de moralidade que excluirá toda a dúvida para praticar o bem e negar o mal; consciência a qual será meritória quando receber a luz do sobrenatural que deve ser livremente aceita.
Quando somos tecidos desde a nossa concepção, temos a dívida moral com a mulher por ter cedido um espaço em seu corpo, unindo sua maternidade a Deus como partícipe da criação, para que outra vida fosse gerada diferente da dela, mas que por meio dela existe. Estaria o homem apto a exercer a fé sem ser gerado e receber a alma? Com o exercício pleno da fé buscamos a felicidade, e sendo a felicidade o fim último da humanidade, então com gratidão eterna o homem presta à mulher sua honra, pois a vida humana sem o fim para o qual deve tender é uma natureza imperfeitamente ordenada, o que por si só gera a repugnância de Deus, pois a Sabedoria e a Bondade divina só permite a felicidade para que esta seja acessível.
Impossível é ser feliz na ordem natural sem antes passar pelo requisito da concepção e da geração no útero de uma mulher. Buscando a felicidade encontraremos a verdade de uma só Igreja que se constrói com a matéria humana que se une ao sobrenatural, portanto, graças ao bom Deus que dispôs da mulher para que ela recebesse o dom de gerar a vida, é que a Igreja de Cristo se faz do infinito número de fiéis que dela participam como absolutamente necessária para salvação, onde nenhum homem para contemplar a face do Pai poderá se furtar de passar. Cristo é o ser humano perfeito, o homem sobre todos os homens, une-Se com Sua Esposa, Divina Mulher Igreja, para que os homens dispersos pelos mundo recebam a responsabilidade de render à mulher a dignidade que lhe é devida porque ou a Cristo imitemos ou a Cristo neguemos com a certeza de que falharíamos, pela negação de Cristo, de forma lamentável na busca de felicidade. O Verbo Eterno usa da mulher para que tanto quanto nós habitasse no tempo e no espaço e anunciasse o único Reino que jamais teria fim, o Reino de Deus que se inicia com Sua Esposa, portal de gozo infindável e mantenedora da mulher em honra pela vontade de Deus.
Pelo Batismo somos inseridos na filiação divina, nascemos para ordem sobrenatural, e não haveria outro meio de nascer para a graça que santifica se de um útero não precedêssemos. O que há de mais excelente que as graças de Deus? Nada há de meritório na humanidade por ela mesma, que sem a Cruz de Cristo e seus méritos infinitos ainda não conheceríamos o anúncio salvífico e nem mesmo a possibilidade de entrada na Glória. A graças são dispensadas para suprir a condição humana que sem méritos nunca poderia se unir a Deus. Para termos graças em vida importa, por evidência lógica, estarmos vivos; e como não há vida sem a geração maternal, onde somos plasmados e nos é conferida a substância da qual toda ela é conhecida por Deus, o homem vê obrigatoriamente na santidade da maternidade a certeza de que vivo está e se tornou apto para receber todos os gracejos divinos. A mulher exerce a autêntica custódia do homem, dando-o a vida, alimentando-o, cuidando de seus primeiros passos, de seu crescimento em estatura e na obtenção do conhecimento experimental.
O feminino acolhe o homem dentro e fora do útero, como filho e como esposo; a geração sucessiva do homem se realiza unicamente com a união à mulher. A herança dos nossos conhecimentos que passados de geração em geração beneficiam toda a humanidade, traz a marca evidente daquela que recebeu o homem como fruto do seu ventre, mas o homem poderia supor a participação da mulher em sua vida de forma tão latente? Sem uma razão divina nenhum varão teria condições mínimas vangloriar-se de ter nascido da maternidade, porque dela desconheceria a excelência espiritual da geração humana por falta da inteligência infinita que antecede todos os nossos conhecimentos; o que sabemos e experimentados é fruto de Deus, e Deus conhecendo a mulher tal como ela foi por Ele criada, permite que o homem participe de Seu conhecer e contemple na mulher a beleza divina.
II – A Beleza dos Seres Reside na Mulher – No Feminino o Homem se Constrói
Toda a ordem criada é bela, e das belezas da criação chegamos à contemplação de Deus, mesmo que tal beleza se manifeste na mais insignificante das criaturas. Sabemos que o homem e a mulher são o ápice da criação; que ambos evidenciam em suas existências e em seus corpos a realeza divina, o que gera a obrigação de dispensar ao corpo a dignidade que ele possui por ser fruto da vontade de Deus, onde é impresso a imagem e a semelhança da Trindade Santa. A beleza da mulher manifesta em seu corpo cujo existir se dá em Deus com tamanha magnitude, que está a divindade nele presente e pode levar cada um a contemplar Deus em seu existir. O corpo feminino exterioriza um sentido mais profundo, que é a beleza interior marcada pela alma, corpo que é animado pelo Sopro de Deus que anima a matéria dando-a a vida.
Pode o homem gerar a si mesmo? Seria o humanismo tão cego que não conservasse a certeza de que tudo que herdamos é construído pela mulher que recebe a vida em si pela união com o seu amado? Quando Cristo se torna homem, só uma criatura participa primeiramente da plenitude dos tempos: a mulher. A profundíssima finalidade da existência humana em Cristo está na elevação da mulher na união com Deus, para que ela se torne o arquétipo de toda a humanidade. A antecipação do corpo ressuscitado no fim dos tempos na mulher opera, ela que é recebida em Corpo e Alma na morada celestial pela obediência prestada à Deus, prova de amor cabal, pela adesão livre ao projeto de salvação que se abre ao mundo pela Redenção da Cruz. Ela representa a humanidade inteira que habita a existência.
O homem deve contemplar na mulher sua amabilidade, suas virtudes e a claridade do seu espírito; só assim ele será realizado como homem, e negará toda e qualquer estrutura de pecado que atente contra a sacralidade da vida e a beleza feminina, condicionando-a a um objeto ou a um humanismo machista e reducionista. A mulher factualmente é mais abnegada que o homem, mais singela, curva-se com maior sabedoria diante da dor, tanto que negar essa evidência constitui a afirmação das bases do humanismo sem Cristo. Não é somente uma negação da fé, mas uma barbaridade que coloca o masculino como centro da razão, que se razão fosse, não ousaria se manifestar sem Deus que em Sua Excelsa Vontade criou homem e mulher.
O homem sem a mulher é incompleto espiritual e fisicamente, e mesmo aqueles que optam por uma virtuosa vida celibatária, com as honras advindas de Deus por tão nobre dispor de vida, não seriam assim sem a mulher. A ordem natural querida e deseja por Deus impõe o parto para que a vida se irrompa, sem vida não há sacerdócio, assim como Maria Santíssima é dignificada como Mãe dos sacerdotes do Senhor, a mulher participante em Maria da maternidade de seus filhos, quando estes receberem em suas almas a marca do Sumo Sacerdócio de Cristo, estará ela sendo mãe daquele que atuará na pessoa de Cristo, o homem ordenado sacramentalmente segundo os dons de Melquisedec, para que o Sacrifício de Cristo no Calvário se torne presente em todos os tempos; a mulher mãe do sacerdote participa da Maternidade Mariana. Nesse mesmo sentido de dependência de um ato de benevolência feminina, a vida espiritual de qualquer ser humano estaria igualmente incompleta sem que recebesse da Beatíssima Mulher, a Santíssima Virgem, todas as graças e auxílios necessários por Sua dispensação, especialmente para que todos aqueles que desejam cumprir gravíssimo dever da castidade perfeita no celibato, da qual a Dulcíssima Virgem é Mãe por Excelência; Ela que socorre a vida das virtudes daqueles que manifestando o desejo de depor suas vidas em benefício exclusivo da Santa Igreja, assumem o sacerdócio de Nosso Senhor e a vida consagrada segundo os costumes da Esposa de Cristo.
III – Frutos do Seu Ventre para habitar no Tempo e no Espaço
Para evidenciar, portanto, a excelência da mulher, parto para três questões fundamentais: O que a mulher gera é somente matéria? O que é fruto do ventre maternal só pode ser entendido na ordem positivista? Será o homem fruto do idealismo que coloca a realidade somente no homem e não em Deus?
O materialismo nega a existência de qualquer realidade que não seja material, propicia a concepção de que não existe realidade diferente da matéria e que seja de ordem sobrenatural. Tudo é reduzido ao plano físico, todo o sentir, os sentimentos, afetos, atos de bondade nascem da matéria existente, nada é graça, tudo é temporal. Mas a vida tem uma finalidade superior à matéria, que por si não pode gerar no homem a possibilidade de se entender como filho de uma vontade infinitamente superior, a qual deve buscar com esforço e diligência. Nenhuma experiência de ordem meramente material poderá condensar toda a subjetividade humana, porque Deus é infinito e nos imprime uma parcela de Sua infinitude para que desejando o que está além da matéria, possamos saciar nossas inquietações somente na fonte original da vida.
Tentado reduzir o impacto materialista, o positivismo se apresenta para dizer que todas as experiências humanas estão presentes no cálculo exato de uma fórmula necessariamente certa e definida pelo homem, o que rejeita toda a metafísica sobre a natureza da humanidade e sobre a causa de todos os seres materiais e espirituais, causa essa que é necessariamente Deus. Com fé santa e católica asseguramos em contraponto que o homem é originalmente desejado no sobrenatural, deve viver unido a ele e nele encontrará sua realidade final. O idealismo de sua conta logra a afirmação que toda a atuação humana não poderá ser entendida fora do homem, sendo o próprio homem um valor universal nele mesmo; mas pode a humanidade se entender segundo critérios próprios? A forma como o homem pode se deixar cegar por essa perspectiva entrou em choque com a verdade histórica de que Cristo explica em Si mesmo todo o homem, e só em Cristo os caminhos são aplainados e as veredas endireitadas. Nada para tais correntes apresenta a correta solução para decifrar a humanidade, porém, retira a mesma de sua condição de estar submetida a um Deus que ama e torna todas as criaturas dotadas de inteligência e vontade como participantes de Sua divindade.
O que é gerado na mulher é uma humanidade em sua inteireza; em corpo, alma e espírito o ser humano é criado em seu útero. Todo ser humano que dela nasce é inteiro e perfeito desde a concepção, e cresce beneficiado pela maternidade. O corpo vive pela alma, a inteligência e a vontade nos assemelham a Deus, todo o humano decorre de Deus por meio da mulher. A humanidade pode com o nascimento e a consecução dos dias vangloriar-se de sua inteligência, de suas criações, de sua capacidade de entender o cosmos, de elaborar métodos científicos, descobrir a medicina, as letras, as normas jurídicas; pode o ser humano conhecer as regras da engenharia, a disposição do tempo, o passar das horas, contemplar o universo, sentir a curiosidade e o desejo de buscar fora dos limites do planeta respostas para sua existência; então, pergunto: pode pela inventividade e pela criatividade o homem, sexo masculino, usando do egoísmo existencial que nega a inteligência, tornar real sua razão como finalidade única quando destituída de Deus? A ilustração dos iluministas responde negativamente a questão, porque não podemos transferir nossas inquietações somente para a razão, pois o homem não pode transferir para si mesmo o modelo perfeito da vida sem gerar o descontentamento de sua existência. Viver sob o império da razão, desejando que o homem se conheça nele próprio reduz a criação ao materialismo, nega a mulher como receptora do ser humano na totalidade como ele foi desejado por Deus em Sua infinita grandeza. Quando a humanidade se vê egoisticamente, coloca-se em situação de absoluto desamparo, e carente se perde pelo caminho do verdadeiro conhecimento, quando não, reconhece que viveu uma fantástica fábula que nunca alcançou o sentido da existência.
O ser que é gerado no feminino usa de seu corpo para vir à vida, o que por si não é algo meramente material, logo, a humanidade inevitavelmente erra quando coloca a consecução da felicidade na aspiração da mera participação da matéria negadora do sobrenatural, como realidade infinitamente superior; todo o homem é fruto de Deus, gerado para que se torne feliz buscando em Deus o sentido real e único de seu existir natural. Ele não pode ser enquadrado em fórmulas experimentais que o defina somente em seu caráter científico, mas também como desejo de uma vontade infinita, criado para que exerça a realeza de sua vontade e inteligência sobre todo o universo por permissão de Deus, que submete a criação ao domínio da humanidade; e não é dado o dom da vida para que crie ele próprio sua moral condicionando o existir nele mesmo. Somos acertadamente frutos de um otimismo, que se realiza na vontade divina de elevar cada ser humano ao estado sobrenatural que contempla Deus sem véus, pelo convite de vermos como Deus vê a Si mesmo, nosso último fim.
O Corpo habita o tempo e o espaço, integra-se com a alma que lhe dá vida, o espírito condiciona nosso existir a ser mais que mera matéria orgânica flutuando no vácuo do universo. O combate travado contra o mal não pode ser vencido somente com a ilustração que recebe um verniz de filosofia, a qual podemos destruir pela união singular da mulher com Deus que é pura graça, logo, dom do Espírito Santo, que concretiza a humanidade em Cristo porque Cristo participou de nosso nascimento após a gestação por meio da mulher, assim, Cristo é a luz eterna, o caminho a ser seguido, o modelo a ser imitado, a inteligência a ser buscada, a realeza desejada, o Amor sobre todo amor, porque amando a mulher, nela quis habitar, fazendo dela o sacrário da vida divina.
Cristo é a plena integração da pessoa humana, com o qual devemos nos unir por Sua entrada na história e pela capacidade de Deus adquirir uma personalidade concretizada pelo Corpus, Anima, Spirtus, que são percebidos dentro do seio maternal. Cristo é o homem perfeito que habita a ordem natural e a usa para ser conhecido; não percorre outro caminho da vida até a morte destituído de um corpo humano, de uma alma e de um oposto à matéria que é o espírito. Tudo faz conforme a ordem estabelecida por ato de soberania, e dignifica a mulher e seu útero para que os homens que dela nascerem sejam seus imitadores. Bendita seja a mulher, pela qual o homem torna-se capaz de contemplar Deus. Benditos aqueles que chegam aos Céus, pois para que a Lumen Gloria seja contemplada em todo seu esplendor, necessariamente, passa-se pelo nascimento daquela em si traz a vontade criadora do Eterno Deus.
A chave para a história do homem é entendida pela plenitude dos tempos que é realizado na mulher e pela mulher, quando Deus opera Sua auto-revelação sobrenatural em uma pessoa que gera em seu seio o Cristo prometido e esperado desde o Gênesis. A história é constituída como história da salvação pela dignidade feminina, esta que unindo sua existência à Maria Santíssima acaba por representar toda a humanidade, porque foi da mulher a primeira união com Deus com tal honra que a torna apta a ser Mãe de Jesus Cristo. O Verbo Divino opera uma verdadeira comunhão reparadora da mulher e projeta para o infinito a dignidade da mesma que O recebe em humanidade e divindade. O homem comum tem uma dívida espiritual com aquela que gera a vida, pois sem ela o homem torna-se um desejo inacabado na ordem natural; dela nasce após a geração no ventre, a ela se une em fidelidade eterna para que a vida siga seu caminho.
A profundeza espiritual que liga o homem à mulher se dá prioritariamente no sentido de que a glória do próprio homem somente ocorrerá na eternidade em Deus, por ter esse mesmo homem nascido de um ventre reparado por Cristo quando se faz carne no ventre de Maria Santíssima. Sem a mulher o homem não é o que se dispõe a ser, o homem não se faz, ele não se concretiza, torna-se apenas uma idéia inacabada, um projeto que não se realizou. Quis Deus usar do ventre para que o homem nasça, quis então Deus que do ventre Cristo nascesse após sua geração terrena; veio ao mundo pelo seio de Maria para que o homem possa desejar existir em Cristo e necessariamente reconhecer que nasceu do mesmo nascimento humano de Nosso Senhor. Recuperamos nosso existir na Santíssima Trindade, onde o Pai deseja, o Filho executa e o Espírito Santo fecunda, somente quando em graça nascemos da mulher; a potência do homem é gerada com ele próprio no seio uterino, a alma é infundida no ventre materno, é ele o receptáculo da vida, a primeira morada, o preceder do conhecimento, onde nos criamos e nos tornamos aptos a prestar labores, exercer nossa dignidade, entrar na história, participar da vontade de Deus, pois da mulher dependemos e nela somos preparados para a vida da graça.
A mulher participa da criação divina, nela o homem é modelado por Deus. A união de dois gera a vida, o homem e a mulher assim manifestam em sua união um prelúdio da união indissolúvel em divindade da Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo. Na mulher que o homem pode desejar se estender para os sentidos infinitos na eternidade da morada celestial, pois sem vida não há morte, sem morte não existe retorno ao seio paternal de Deus; é, portanto o homem tornado substância na mulher por Deus que é a primeira causa de todas as causas, onde sua consciência é construída e com a qual, sendo retamente conduzida, jamais prestará oposição à bondade divina; uma consciência que pode ser dotada de moralidade que excluirá toda a dúvida para praticar o bem e negar o mal; consciência a qual será meritória quando receber a luz do sobrenatural que deve ser livremente aceita.
Quando somos tecidos desde a nossa concepção, temos a dívida moral com a mulher por ter cedido um espaço em seu corpo, unindo sua maternidade a Deus como partícipe da criação, para que outra vida fosse gerada diferente da dela, mas que por meio dela existe. Estaria o homem apto a exercer a fé sem ser gerado e receber a alma? Com o exercício pleno da fé buscamos a felicidade, e sendo a felicidade o fim último da humanidade, então com gratidão eterna o homem presta à mulher sua honra, pois a vida humana sem o fim para o qual deve tender é uma natureza imperfeitamente ordenada, o que por si só gera a repugnância de Deus, pois a Sabedoria e a Bondade divina só permite a felicidade para que esta seja acessível.
Impossível é ser feliz na ordem natural sem antes passar pelo requisito da concepção e da geração no útero de uma mulher. Buscando a felicidade encontraremos a verdade de uma só Igreja que se constrói com a matéria humana que se une ao sobrenatural, portanto, graças ao bom Deus que dispôs da mulher para que ela recebesse o dom de gerar a vida, é que a Igreja de Cristo se faz do infinito número de fiéis que dela participam como absolutamente necessária para salvação, onde nenhum homem para contemplar a face do Pai poderá se furtar de passar. Cristo é o ser humano perfeito, o homem sobre todos os homens, une-Se com Sua Esposa, Divina Mulher Igreja, para que os homens dispersos pelos mundo recebam a responsabilidade de render à mulher a dignidade que lhe é devida porque ou a Cristo imitemos ou a Cristo neguemos com a certeza de que falharíamos, pela negação de Cristo, de forma lamentável na busca de felicidade. O Verbo Eterno usa da mulher para que tanto quanto nós habitasse no tempo e no espaço e anunciasse o único Reino que jamais teria fim, o Reino de Deus que se inicia com Sua Esposa, portal de gozo infindável e mantenedora da mulher em honra pela vontade de Deus.
Pelo Batismo somos inseridos na filiação divina, nascemos para ordem sobrenatural, e não haveria outro meio de nascer para a graça que santifica se de um útero não precedêssemos. O que há de mais excelente que as graças de Deus? Nada há de meritório na humanidade por ela mesma, que sem a Cruz de Cristo e seus méritos infinitos ainda não conheceríamos o anúncio salvífico e nem mesmo a possibilidade de entrada na Glória. A graças são dispensadas para suprir a condição humana que sem méritos nunca poderia se unir a Deus. Para termos graças em vida importa, por evidência lógica, estarmos vivos; e como não há vida sem a geração maternal, onde somos plasmados e nos é conferida a substância da qual toda ela é conhecida por Deus, o homem vê obrigatoriamente na santidade da maternidade a certeza de que vivo está e se tornou apto para receber todos os gracejos divinos. A mulher exerce a autêntica custódia do homem, dando-o a vida, alimentando-o, cuidando de seus primeiros passos, de seu crescimento em estatura e na obtenção do conhecimento experimental.
O feminino acolhe o homem dentro e fora do útero, como filho e como esposo; a geração sucessiva do homem se realiza unicamente com a união à mulher. A herança dos nossos conhecimentos que passados de geração em geração beneficiam toda a humanidade, traz a marca evidente daquela que recebeu o homem como fruto do seu ventre, mas o homem poderia supor a participação da mulher em sua vida de forma tão latente? Sem uma razão divina nenhum varão teria condições mínimas vangloriar-se de ter nascido da maternidade, porque dela desconheceria a excelência espiritual da geração humana por falta da inteligência infinita que antecede todos os nossos conhecimentos; o que sabemos e experimentados é fruto de Deus, e Deus conhecendo a mulher tal como ela foi por Ele criada, permite que o homem participe de Seu conhecer e contemple na mulher a beleza divina.
II – A Beleza dos Seres Reside na Mulher – No Feminino o Homem se Constrói
Toda a ordem criada é bela, e das belezas da criação chegamos à contemplação de Deus, mesmo que tal beleza se manifeste na mais insignificante das criaturas. Sabemos que o homem e a mulher são o ápice da criação; que ambos evidenciam em suas existências e em seus corpos a realeza divina, o que gera a obrigação de dispensar ao corpo a dignidade que ele possui por ser fruto da vontade de Deus, onde é impresso a imagem e a semelhança da Trindade Santa. A beleza da mulher manifesta em seu corpo cujo existir se dá em Deus com tamanha magnitude, que está a divindade nele presente e pode levar cada um a contemplar Deus em seu existir. O corpo feminino exterioriza um sentido mais profundo, que é a beleza interior marcada pela alma, corpo que é animado pelo Sopro de Deus que anima a matéria dando-a a vida.
Pode o homem gerar a si mesmo? Seria o humanismo tão cego que não conservasse a certeza de que tudo que herdamos é construído pela mulher que recebe a vida em si pela união com o seu amado? Quando Cristo se torna homem, só uma criatura participa primeiramente da plenitude dos tempos: a mulher. A profundíssima finalidade da existência humana em Cristo está na elevação da mulher na união com Deus, para que ela se torne o arquétipo de toda a humanidade. A antecipação do corpo ressuscitado no fim dos tempos na mulher opera, ela que é recebida em Corpo e Alma na morada celestial pela obediência prestada à Deus, prova de amor cabal, pela adesão livre ao projeto de salvação que se abre ao mundo pela Redenção da Cruz. Ela representa a humanidade inteira que habita a existência.
O homem deve contemplar na mulher sua amabilidade, suas virtudes e a claridade do seu espírito; só assim ele será realizado como homem, e negará toda e qualquer estrutura de pecado que atente contra a sacralidade da vida e a beleza feminina, condicionando-a a um objeto ou a um humanismo machista e reducionista. A mulher factualmente é mais abnegada que o homem, mais singela, curva-se com maior sabedoria diante da dor, tanto que negar essa evidência constitui a afirmação das bases do humanismo sem Cristo. Não é somente uma negação da fé, mas uma barbaridade que coloca o masculino como centro da razão, que se razão fosse, não ousaria se manifestar sem Deus que em Sua Excelsa Vontade criou homem e mulher.
O homem sem a mulher é incompleto espiritual e fisicamente, e mesmo aqueles que optam por uma virtuosa vida celibatária, com as honras advindas de Deus por tão nobre dispor de vida, não seriam assim sem a mulher. A ordem natural querida e deseja por Deus impõe o parto para que a vida se irrompa, sem vida não há sacerdócio, assim como Maria Santíssima é dignificada como Mãe dos sacerdotes do Senhor, a mulher participante em Maria da maternidade de seus filhos, quando estes receberem em suas almas a marca do Sumo Sacerdócio de Cristo, estará ela sendo mãe daquele que atuará na pessoa de Cristo, o homem ordenado sacramentalmente segundo os dons de Melquisedec, para que o Sacrifício de Cristo no Calvário se torne presente em todos os tempos; a mulher mãe do sacerdote participa da Maternidade Mariana. Nesse mesmo sentido de dependência de um ato de benevolência feminina, a vida espiritual de qualquer ser humano estaria igualmente incompleta sem que recebesse da Beatíssima Mulher, a Santíssima Virgem, todas as graças e auxílios necessários por Sua dispensação, especialmente para que todos aqueles que desejam cumprir gravíssimo dever da castidade perfeita no celibato, da qual a Dulcíssima Virgem é Mãe por Excelência; Ela que socorre a vida das virtudes daqueles que manifestando o desejo de depor suas vidas em benefício exclusivo da Santa Igreja, assumem o sacerdócio de Nosso Senhor e a vida consagrada segundo os costumes da Esposa de Cristo.
III – Frutos do Seu Ventre para habitar no Tempo e no Espaço
Para evidenciar, portanto, a excelência da mulher, parto para três questões fundamentais: O que a mulher gera é somente matéria? O que é fruto do ventre maternal só pode ser entendido na ordem positivista? Será o homem fruto do idealismo que coloca a realidade somente no homem e não em Deus?
O materialismo nega a existência de qualquer realidade que não seja material, propicia a concepção de que não existe realidade diferente da matéria e que seja de ordem sobrenatural. Tudo é reduzido ao plano físico, todo o sentir, os sentimentos, afetos, atos de bondade nascem da matéria existente, nada é graça, tudo é temporal. Mas a vida tem uma finalidade superior à matéria, que por si não pode gerar no homem a possibilidade de se entender como filho de uma vontade infinitamente superior, a qual deve buscar com esforço e diligência. Nenhuma experiência de ordem meramente material poderá condensar toda a subjetividade humana, porque Deus é infinito e nos imprime uma parcela de Sua infinitude para que desejando o que está além da matéria, possamos saciar nossas inquietações somente na fonte original da vida.
Tentado reduzir o impacto materialista, o positivismo se apresenta para dizer que todas as experiências humanas estão presentes no cálculo exato de uma fórmula necessariamente certa e definida pelo homem, o que rejeita toda a metafísica sobre a natureza da humanidade e sobre a causa de todos os seres materiais e espirituais, causa essa que é necessariamente Deus. Com fé santa e católica asseguramos em contraponto que o homem é originalmente desejado no sobrenatural, deve viver unido a ele e nele encontrará sua realidade final. O idealismo de sua conta logra a afirmação que toda a atuação humana não poderá ser entendida fora do homem, sendo o próprio homem um valor universal nele mesmo; mas pode a humanidade se entender segundo critérios próprios? A forma como o homem pode se deixar cegar por essa perspectiva entrou em choque com a verdade histórica de que Cristo explica em Si mesmo todo o homem, e só em Cristo os caminhos são aplainados e as veredas endireitadas. Nada para tais correntes apresenta a correta solução para decifrar a humanidade, porém, retira a mesma de sua condição de estar submetida a um Deus que ama e torna todas as criaturas dotadas de inteligência e vontade como participantes de Sua divindade.
O que é gerado na mulher é uma humanidade em sua inteireza; em corpo, alma e espírito o ser humano é criado em seu útero. Todo ser humano que dela nasce é inteiro e perfeito desde a concepção, e cresce beneficiado pela maternidade. O corpo vive pela alma, a inteligência e a vontade nos assemelham a Deus, todo o humano decorre de Deus por meio da mulher. A humanidade pode com o nascimento e a consecução dos dias vangloriar-se de sua inteligência, de suas criações, de sua capacidade de entender o cosmos, de elaborar métodos científicos, descobrir a medicina, as letras, as normas jurídicas; pode o ser humano conhecer as regras da engenharia, a disposição do tempo, o passar das horas, contemplar o universo, sentir a curiosidade e o desejo de buscar fora dos limites do planeta respostas para sua existência; então, pergunto: pode pela inventividade e pela criatividade o homem, sexo masculino, usando do egoísmo existencial que nega a inteligência, tornar real sua razão como finalidade única quando destituída de Deus? A ilustração dos iluministas responde negativamente a questão, porque não podemos transferir nossas inquietações somente para a razão, pois o homem não pode transferir para si mesmo o modelo perfeito da vida sem gerar o descontentamento de sua existência. Viver sob o império da razão, desejando que o homem se conheça nele próprio reduz a criação ao materialismo, nega a mulher como receptora do ser humano na totalidade como ele foi desejado por Deus em Sua infinita grandeza. Quando a humanidade se vê egoisticamente, coloca-se em situação de absoluto desamparo, e carente se perde pelo caminho do verdadeiro conhecimento, quando não, reconhece que viveu uma fantástica fábula que nunca alcançou o sentido da existência.
O ser que é gerado no feminino usa de seu corpo para vir à vida, o que por si não é algo meramente material, logo, a humanidade inevitavelmente erra quando coloca a consecução da felicidade na aspiração da mera participação da matéria negadora do sobrenatural, como realidade infinitamente superior; todo o homem é fruto de Deus, gerado para que se torne feliz buscando em Deus o sentido real e único de seu existir natural. Ele não pode ser enquadrado em fórmulas experimentais que o defina somente em seu caráter científico, mas também como desejo de uma vontade infinita, criado para que exerça a realeza de sua vontade e inteligência sobre todo o universo por permissão de Deus, que submete a criação ao domínio da humanidade; e não é dado o dom da vida para que crie ele próprio sua moral condicionando o existir nele mesmo. Somos acertadamente frutos de um otimismo, que se realiza na vontade divina de elevar cada ser humano ao estado sobrenatural que contempla Deus sem véus, pelo convite de vermos como Deus vê a Si mesmo, nosso último fim.
O Corpo habita o tempo e o espaço, integra-se com a alma que lhe dá vida, o espírito condiciona nosso existir a ser mais que mera matéria orgânica flutuando no vácuo do universo. O combate travado contra o mal não pode ser vencido somente com a ilustração que recebe um verniz de filosofia, a qual podemos destruir pela união singular da mulher com Deus que é pura graça, logo, dom do Espírito Santo, que concretiza a humanidade em Cristo porque Cristo participou de nosso nascimento após a gestação por meio da mulher, assim, Cristo é a luz eterna, o caminho a ser seguido, o modelo a ser imitado, a inteligência a ser buscada, a realeza desejada, o Amor sobre todo amor, porque amando a mulher, nela quis habitar, fazendo dela o sacrário da vida divina.
Cristo é a plena integração da pessoa humana, com o qual devemos nos unir por Sua entrada na história e pela capacidade de Deus adquirir uma personalidade concretizada pelo Corpus, Anima, Spirtus, que são percebidos dentro do seio maternal. Cristo é o homem perfeito que habita a ordem natural e a usa para ser conhecido; não percorre outro caminho da vida até a morte destituído de um corpo humano, de uma alma e de um oposto à matéria que é o espírito. Tudo faz conforme a ordem estabelecida por ato de soberania, e dignifica a mulher e seu útero para que os homens que dela nascerem sejam seus imitadores. Bendita seja a mulher, pela qual o homem torna-se capaz de contemplar Deus. Benditos aqueles que chegam aos Céus, pois para que a Lumen Gloria seja contemplada em todo seu esplendor, necessariamente, passa-se pelo nascimento daquela em si traz a vontade criadora do Eterno Deus.
Com Excelso Amor por Izabel Filippi
Pro Catholica Societate

© Copyright Sociedade Católica
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Para citar:
MACULAN, Carlos Eduardo. Apostolado Sociedade Católica: Mulher: A Glória e a Graça do Homem em Cristo na Unidade Corpus, Anima, Spiritus. Disponível em: http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=292 desde 22/07/08
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